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O jornalista Roberto D´Avila entrevista em seu programa Conexão Roberto D´Avila desta semana o coordenador executivo do Centro Cultural Afroreggae, José Júnior

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José Júnior, o Júnior do Afroreggae, poderia ter o destino dos milhares de jovens de comunidades carentes do Rio de Janeiro.

Mas, encontrou na arte e na cultura, um caminho para encurtar as distâncias sociais que separam as favelas do asfalto.

Em 1993, ao lado do companheiro Plácido Pascoal, ele fundou aquela que é, hoje, uma das mais atuantes organizações de combate às desigualdades no Rio de Janeiro: o grupo cultural Afroreggae.

Fundado em 1993, o grupo atua em diversas comunidades carentes da cidade, promovendo a arte, a cultura afro-brasileira e cursos profissionalizantes.

Com isso, conseguiu a inclusão social de milhares de jovens, afastando-os da violência, do narcotráfico e do subemprego.

Hoje, o Afroreggae é uma marca cultural que utiliza as modernas técnicas de empreendedorismo em suas ações e conta com grupos de dança e música – com apresentação em várias partes do mundo; núcleos de cultura em quatro das maiores comunidades cariocas; mais de 70 projetos culturais em andamento no Brasil e no exterior.

O programa foi gravado no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

Durante a entrevista Júnior fala do assassinato do coordenador de projetos sociais do Afroreggae, Evandro Silva, das dificuldades de se acabar com o tráfico de drogas, do principal trabalho do Afroreggae no Rio de Janeiro e da relação entre tráfico, polícia e a violência.

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